sábado, 31 de janeiro de 2026

meu doce diabo

 meu doce diabo 


meu doce diabo
já não me sabes nada
 não me manipulas mais
sequer me controlas
tampouco me roubas
já nem me sangras

eu não sinto mais medo 
e danço no teu inferno
aos som dos gritos e ritos 
cada cicatriz que conheço 

amo profanar teus altares
amo invadir o teu corpo 
gosto mesmo do que me dói 
 gosto mesmo do que te fere
teu toque arde em minha pele

teu amor me machuca
teu fogo me queima
teu desejo me marca
brasa viva que devora

wasil sacharuk 



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