domingo, 14 de setembro de 2025

lua e mais nada

 

lua e mais nada

vejo novembro
sob o foco lunar
íris de ouro e prata
tom nostalgia
luzindo a noite calada
em mim só encontro a lua
e mais nada

vejo novembro
sob prisma de poesia
corpo envolto ao véu
 seduz e insinua
toma brilho do sol
e oferece à rua
espelha a face de Apolo
em calor e ousadia

vejo novembro
sob facho na estrada
 eloquência das marés
verves alteradas
nas danças insanas
nos saraus da geologia
na cegueira dos olhos
quando a noite recua

vejo novembro dormir
enquanto dorme a lua

wasil sacharuk





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