rimas pobres decadentes

  rimas pobres decadentes

rente que nem pão quente
penteio os cabelos pra frente
os fios grudados no pente
caídos tão repentinamente

tudo está diferente
de chic virei decadente
nos óculos falta uma lente
perdi minha fé virei crente

o bolsa família é urgente
como o almoço contente
ainda que faltem os dentes
não falta minha água ardente

controlado remotamente
por um discurso deficiente 
da boca de um presidente
ladrão fiadaputa indecente 

continua tripudiando da gente
tascando mentira eloquente
meus companhero minha gente
a gente tamos indo pra frente

wasil sacharuk




anjos tocam falácias

  anjos tocam falácias jaz o silêncio instintivo detrás da porta do quarto jamais pergunte os motivos jamais sentencie meus atos arquiteto d...