tateia

 tateia

nas pequenas mortes
o corpo festivo
não mais te pertence
tua mão sem cautela 
tateia 

 seiva vertente 
percorre-te os lábios
desabrochado botão 
teu olhar vidrado 
sorri 

nas pequenas mortes
o toque orvalhado contrai
o atrito da palma
precipitam os dedos
ao abandono dos ais

wasil sacharuk