segunda-feira, 27 de outubro de 2025

SACHARUK - DESTINOS TACANHOS Full - poesia falada spoken word


SACHARUK - DESTINOS TACANHOS

A navegação pelas águas turvas da dor e o grito de resistência na poesia falada. Um grito de sobrevivência e um abraço para quem precisa de esperança. Recomendo muito que tirem alguns minutos do dia para assistir e absorver cada palavra dessa performance.

Poesia de WASIL SACHARUK

DESTINOS TACANHOS é de uma crueza emocionante. O autor não esconde a dor, admitindo: "Pensei em sangrar os meus pulsos. Pensei em cortar os meus cabelos, escrever uma carta pela última vez". No entanto, é exatamente no fundo desse poço emocional que a poesia encontra sua maior força. A narrativa se transforma em um manifesto de resiliência, onde a vontade de existir fala mais alto, culminando no poderoso refrão: "Então, quero viver, pintar aves nos céus, amainar as perezas [...] Eu quero viver".

A performance ganha contornos épicos ao abordar as cicatrizes do tempo e as escolhas erradas ("Naveguei tantos mares, explorei outras terras... Abandonei causas velhas, pisei na fome e na bosta"), mostrando que a aceitação da vida inclui abraçar seus fracassos e os sonhos que ficaram pelo caminho.
DESTINOS TACANHOS toca na ferida da saúde mental sem romantizar a dor, mas oferecendo uma saída luminosa. A repetição do "Eu quero viver" funciona como um mantra de cura. É uma performance necessária para quem já se sentiu perdido e precisa lembrar que, apesar de tudo, "a vida é dura, mas tem encantos. Não é utopia a felicidade".

Você já sentiu que a vida é uma navegação por águas incertas, onde às vezes perdemos a direção? 🌊

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  anjos tocam falácias jaz o silêncio instintivo detrás da porta do quarto jamais pergunte os motivos jamais sentencie meus atos arquiteto d...