sábado, 6 de dezembro de 2025

colibri

 colibri


beijar-te as flores febris 
eis o que sempre eu quis
fazer fraquejar calafrios
poisar-me em ti colibri

beber-te néctar do céu
margaridas e flors de mel
vermelhas rosadas cordelis
de amores e sabores anis

na secura de um galho senil
espinhei meu poema sombrio
a esperar os teus versos gentis

de seiva de tronco de fel
de pólen espargido em papel
me fizeste deixar de ser gris

wasil sacharuk







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